Quando a inconsequência bater na sua porta, mande a embora

by Nem tão frágil assim - outubro 23, 2017


Hoje vim aqui falar sério, sobre coisas que somos obrigados a dar uma atenção maior no nosso dia a dia. Na semana passada passei por um turbilhão de sentimentos em meio a algumas coisas que acontecem do nosso lado e que a gente custa a acreditar. E já que resolvi tomar as dores, parei para fazer uma reflexão por causa das consequências dessas “coisas que acontecem” e me deparei com a inconsequência e a injustiça, que tem se tornado tão constante na sociedade.

E tô aqui falando de sentimento, ou melhor, da falta dele. Não é amor, é respeito. Tem se tornado tão banal aquilo que eu acredito que seja o que ainda temos de melhor. Desde os primórdios, os sentimentos do ser humano são o que fazem dele, humano. E o que estamos nos tornando? Máquinas, máquinas que priorizam por se desapegar de tudo e buscar felicidade constante naquilo que muitas vezes não convém. Pessoas que desdenham os sentimentos alheios, que julgam a dor do outro, que procrastinam trabalho e que com certeza se sentem imbatíveis. A potencialidade de pôr em evidência os defeitos e falhas dos outros, que na mente de pessoas assim só devem existem da porta pra fora de quem julga. Sinceridade sem arrogância e grosseria por exemplo, já está em extinção nesse meio.


Mas nem sempre a gente vê isso nu e cru, muitas vezes a gente tem que sofrer pra entender. Sofrer ou tomar as dores pra ter consciência de que é preciso se abster de pessoas que fazem questão de serem assim. E em contrapartida, buscar seres humanos de verdade, que amam, que choram, e que também falham as vezes, mas que tem total consciência de que o nosso limite termina quando começa o do outro, e que está permitido na lei da vida ultrapassar os limites quando isso beneficiar uma boa causa.




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1 comentários

  1. "...e que está permitido na lei da vida ultrapassar os limites quando isso beneficiar uma boa causa."

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